Inspiração à arte gastronômica

 

Já na barriga da mamãe, a alimentação era boa!

Minha mãe sempre teve o cuidado em alimentar bem seus filhos.

Na infância, refrigerantes davam lugar a vitaminas preparadas na hora.

Lembro-me bem, eu e meus irmãos sentados a mesa, adivinhando que frutas faziam parte daquele suco.

Abacaxi, maçã e mamão? Ou era laranja, pêra, banana e morango?

A minha primeira professora nessa arte culinária é, sem dúvida, minha mãe.

Tive sorte também de ter uma avó de origem italiana.

Almoços de domingo na Mooca? Pastas feitas por ela que derretiam na boca, molho de tomate bem apurado, pesto exalando cheirinho de manjericão, abobrinha recheada com miolo de pão italiano, berinjela gratinada que, vale a pena contar, ela sempre esquecia no forno e só lembrava de servir no final da refeição.

Com a minha avó materna, aprendi a saborear comidinhas caseiras: purê de batata igual o dela não há, feijão com caldo grosso, arroz soltinho, variedade de verduras e legumes e mamão muito mamão: “come filha, faz bem para o intestino”, ensinava a vó Alice.

Nasci e cresci numa família em que não só as avós, mas também mãe e tias cozinham muito bem.

Nasceram com o dom. Ainda hoje continuo me deliciando nos almoços e jantares preparados por elas e aprendendo receitas e dicas culinárias também.

E foi esse ambiente que despertou em mim o amor por cozinhar.

Uma cozinha com o compromisso de levar saúde e sabor às pessoas, despertando nelas a importância da alimentação saudável e dos benefícios que ela traz.